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	<title>Mundo Itil &#187; Capacidade</title>
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	<description>Conheça a ITIL na prática com a experiência de quem conhece.</description>
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		<title>Melhora Continuada dos Serviços</title>
		<link>http://www.mundoitil.com.br/2009/06/30/melhora-continuada-dos-servicos/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 13:52:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsander Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capacidade]]></category>
		<category><![CDATA[Configuração]]></category>
		<category><![CDATA[Disponibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Incidentes]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças]]></category>
		<category><![CDATA[Problemas]]></category>
		<category><![CDATA[SLA]]></category>
		<category><![CDATA[Service Desk]]></category>

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		<description><![CDATA[É evidente que os serviços devem ser melhorados continuamente. Tão importante quanto complexo, é fazê-lo de forma eficiente, e mais ainda de forma eficaz. Existe um livro da versão três (V3) do Itil (Continual Service Improvement, 2007) que trata exclusivamente desse tema. É intitulado como um guia prático em avaliação e aperfeiçoamento da qualidade dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É evidente que os serviços devem ser melhorados continuamente. Tão importante quanto complexo, é fazê-lo de forma eficiente, e mais ainda de forma eficaz.</p>
<p>Existe um livro da versão três (V3) do Itil (<strong>Continual Service Improvement</strong>, 2007) que trata exclusivamente desse tema. É intitulado como um guia prático em avaliação e aperfeiçoamento da qualidade dos serviços, e é indicado para pessoas ligadas as boas práticas de gerenciamento dos serviços de TI que, pretendem compreendê-las e melhorá-las continuamente. Baseado no ciclo de Deming conhecido como Plan, Do, Check and Act, o famoso <strong>PDCA</strong>.</p>
<p>São definidos 7 passos para o processo de melhora continua.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl id="attachment_337" class="wp-caption aligncenter" style="width: 541px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-337" title="Sete Passos Melhora Continuada dos Serviços" src="http://www.mundoitil.com.br/wp-content/uploads/2009/06/7passos1.jpg" alt="Sete Passos Melhora Continuada dos Serviços" width="531" height="342" /></dt>
</dl>
</div>
<p><span id="more-331"></span></p>
<p><strong>1 – Definir o que você deve medir.</strong><br />
Converse com as pessoas do negócio, clientes, gerencia de TI. Utilize o catalogo de serviços como ponto inicial bem como os requisitos de níveis de serviço de diferentes clientes. No cenário ideal, o que deveria ser medido?O que é importante para o negócio?<br />
Faça uma lista do que você entende que deveria ser medido, mas não uma lista complexa, seja objetivo.</p>
<p><strong>2 – Definir o que você pode medir.</strong><br />
As organizações podem encontrar limitações no que ela está medindo, o fato é que, se você não pode medir, não deve nem aparecer no acordo de nível de serviço.<br />
Identifique as ferramentas que você usa atualmente para isso. Essas ferramentas incluem softwares de gerenciamento, monitoramentos, relatórios, investigação, entre outros. Nessa etapa é possível inclusive identificar oportunidades.</p>
<p><strong>3 – Coleta de dados.</strong><br />
Os dados coletados devem estar baseados nas metas e objetivos. Essa coleta pode ser feita por ferramentas de <a title="Gerenciamento de Eventos e Monitoramento – Pró-Atividade Gerando Valor a Equipe de Suporte a Serviços" href="http://www.mundoitil.com.br/2009/06/02/gerenciamento-de-eventos-e-monitoramento-%E2%80%93-pro-atividade-gerando-valor-uma-equipe-de-suporte-a-servicos/" target="_blank">gerenciamento de monitoramento</a>. Nesse ponto a informação que vem é bruta, ainda não está transformada e trabalhada, porém é importante que esteja estruturada de padronizada.</p>
<p><strong>4 – Processamento de dados.</strong><br />
Nessa etapa os dados são processados de acordo com os anseios da melhora continuada do serviço e com os indicadores de desempenho. Ou seja, os dados serão processados de acordo com os objetivos de seu gerenciamento. As origens desses dados podem ser, por exemplo, de ferramentas de monitoração, relatórios, etc.</p>
<p><strong>5 – Análise dos dados.</strong><br />
É nesse ponto que os dados são transformados em informação para identificar as lacunas nos serviços, tendências e impactos sobre os serviços.<br />
Essa análise de dados transforma a informação em conhecimento e trás habilidades para organização.</p>
<p><strong>6 – Apresentar e usar a informação.</strong><br />
As perguntas sobre o porquê de determinada informação foi pega e trabalhada são respondidas aqui. A idéia é apresentar exatamente os resultados que seriam obtidos com as melhorias.</p>
<p><strong>7 – Implementar as ações corretivas.</strong><br />
O conhecimento aprendido é usado para aperfeiçoar, melhoras e corrigiradequar os serviços. O pessoal normalmente identifica os problemas e as soluções, entretanto é necessário controlaracompanhar esse processo de melhoria. As ações corretivas precisam ser tomadas para prover as melhorias necessárias ao negócio. Dessa forma cria-se uma baseline e novos ciclos são iniciados.</p>
<p>A melhora continuada dos serviços, trás diversas oportunidades a organização. Baseado em suas metas, objetivos e tipos de serviços prestados, você pode priorizar as atividades e iniciativas de melhorias.</p>
<p>Cada uma dessas etapas, integradas foram um ciclo, conforme a OGC no livro Continual Service Improvement, elas constituem uma espiral do conhecimento. Nas práticas atuais, conhecimento acumulado e sabedoria derivam desse conhecimento.</p>
<p><strong><a href="http://www.mundoitil.com.br/alexsander-oliveira" target="_blank">Alexsander Oliveira</a></strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Qual o papel do Capacity Management afinal?</title>
		<link>http://www.mundoitil.com.br/2008/10/01/qual-o-papel-do-capacity-management-afinal/</link>
		<comments>http://www.mundoitil.com.br/2008/10/01/qual-o-papel-do-capacity-management-afinal/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 18:25:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Carlos Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capacidade]]></category>

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		<description><![CDATA[De forma resumida, quais os objetivos e processos do Capacity Management&#8230; Objetivos: Determinar a capacidade dos recursos de TI de forma correta e com custos justificáveis para atender os níveis acordados com os clientes. Processo que ajuda a predizer os investimentos necessários em TI Possui 3 sub-processos: Business Capacity Management –requisitos futuros do negócio Resource [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span> De forma resumida, quais os objetivos e processos do Capacity Management&#8230;</span><br />
<span id="more-174"></span></p>
<div id="attachment_175" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.mundoitil.com.br/wp-content/uploads/2008/10/cm.jpg"><img class="size-full wp-image-175" src="http://www.mundoitil.com.br/wp-content/uploads/2008/10/cm.jpg" alt="Capacity Management" width="500" height="260" /></a><p class="wp-caption-text">Capacity Management</p></div>
<div>
<ul type="disc">
<li>Objetivos:
<ul type="circle">
<li>Determinar a capacidade dos recursos de TI de forma correta e com custos justificáveis para atender os níveis acordados com os clientes.</li>
</ul>
</li>
<li>Processo que ajuda a predizer os investimentos necessários em TI</li>
<li>Possui 3 sub-processos:
<ul type="circle">
<li><span>Business Capacity Management –requisitos futuros do negócio</span></li>
<li><span>Resource Capacity Management – recursos necessários para os serviços</span></li>
<li><span>Demand Management<span style="yes"> </span>- controlar o uso dos serviços de TI através de Differential Charging (cobrança diferencial, cobrar o excedente) </span></li>
</ul>
</li>
<li><span>Modelling – para estimar a carga de trabalho</span>
<ul type="circle">
<li><span>Analise de Tendência<span style="yes"> </span>(trends)</span></li>
<li><span>Modelagem Analítica (Analytical)</span></li>
<li><span>Modelagem por simulação</span></li>
<li><span>Modelagem por baseline</span></li>
</ul>
</li>
<li><span>Application Sizing: dimensionamento para implementar uma nova aplicação </span></li>
<li><span>CDB (Capacity Data Base)<span style="yes"> </span>- contém métricas para criar o plano de capacidade.</span></li>
</ul>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>CMDB &#8211; CONFIGURATION MANAGEMENT DATABASE</title>
		<link>http://www.mundoitil.com.br/2008/08/19/cmdb-configuration-management-database/</link>
		<comments>http://www.mundoitil.com.br/2008/08/19/cmdb-configuration-management-database/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 17:04:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Aurélio Neuwiem</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capacidade]]></category>
		<category><![CDATA[Configuração]]></category>
		<category><![CDATA[Continuidade]]></category>
		<category><![CDATA[Disponibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Incidentes]]></category>
		<category><![CDATA[Liberação]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças]]></category>
		<category><![CDATA[Problemas]]></category>

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		<description><![CDATA[Sendo sintético: definir de forma clara e simples um CMDB não é uma tarefa fácil. Alguns posts a respeito são enfáticos em dizer que um CMDB não pode ser construído conforme a ITIL preconiza. Não quero concordar nem discordar. Apenas relatar que uma iniciativa que pretende contruir uma base de dados relevante e ágil realmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Sendo sintético: definir de forma clara e simples um CMDB não é uma tarefa fácil.</strong></p>
<p><a href="http://www.itskeptic.org/node/25" target="_blank">Alguns posts a respeito</a> são enfáticos em dizer que um CMDB não pode ser construído conforme a ITIL preconiza. Não quero concordar nem discordar. Apenas relatar que uma iniciativa que pretende contruir uma base de dados relevante e ágil realmente pode consumir muito investimento (e talvez não alcançar os benefícios esperados).</p>
<p>A <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/CMDB" target="_blank">Wikipedia no artigo referente a CMDB</a> tenta resumir uma definição a respeito em apenas duas porções: Introdução e propósito e na verdade não consegue. Mas então? Como eu posso resumir um CMDB?</p>
<p><span id="more-26"></span></p>
<p>Para responder a este questionamento vou tomar como base um material criado pela <strong>Evergreen </strong>entitulado &#8220;Nine Steps to Implement a Successful CMDB Project&#8221; que <a href="http://www.mundoitil.com.br/wp-content/uploads/2008/08/9stepscmdb.pdf">disponibilizo aqui para download</a>.</p>
<p>Considere uma boa definição de um CMDB os seguintes itens:</p>
<ol>
<li>Trata-se de uma aplicação de suporte que propicie a visualização sobre o que há e como (se?) ocorrem interações entre os elementos de um parque tecnológico</li>
<li>Deve monitorar e reportar os eventos de configuração</li>
<li>Deve padronizar os componentes atribuindo uma identidade, propriedade e estruturação</li>
<li>Deve reconhecer diversos tipos de componentes (CIs &#8211; Configuration Items) e seus relacionamentos a exemplo de: redes, servidores, softwares, arquivos etc.</li>
</ol>
<p>Parece fazer bastante sentido o exposto acima? A mim ainda não. Então tentemos seguir por um jeito mais pragmático: exclusão de possibilidades.</p>
<p><strong>O que um CMDB <span style="text-decoration: underline;">NÃO É</span>:</strong></p>
<ul>
<li>Uma base de dados complexa ou especialmente desenvolvida para esta finalidade</li>
<li>Uma aplicação orientada a processo como Mudanças ou Liberações</li>
<li>Apenas uma aplicação de monitoramento, apesar de incluir o gerenciamento de alguns tipos de eventos (<a href="http://www.nagios.org/" target="_blank">isto me lembra Nagios</a>, por que será?)</li>
<li>Um software para controle de versão</li>
<li>Um Catálogo de Serviços (apesar de que ambos devem usar a mesma estrutura de CI)</li>
</ul>
<p>Ainda parece confusa a definição de um CMDB? Se sim, avalie a figura abaixo:</p>
<div id="attachment_30" class="wp-caption aligncenter" style="width: 504px"><a href="http://www.mundoitil.com.br/wp-content/uploads/2008/08/cmdb-discovery.jpg"><img class="size-medium wp-image-30" title="CMDB Discovery" src="http://www.mundoitil.com.br/wp-content/uploads/2008/08/cmdb-discovery.jpg" alt="Resumindo a relação do CMDB na ITIL" width="494" height="434" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1: Resumindo a relação do CMDB na ITIL</p></div>
<p>Parece ser claro que o CMDB deve fornecer informações às diversas disciplinas da ITIL com intuito lógico de municiar todas com dados que direcionem seus esforços no alcance de suas atribuições.</p>
<p>Antes de continuar, deixe-me comentar um pouco sobre o que é um CI (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Configuration_item" target="_blank">Configuration Items</a>). A melhor definição de um CI em si é muito simples: &#8220;<strong>Determinado objeto ou elemento no ambiente de TI que seja gerenciável</strong>.&#8221; Um CI, por definição, está sob a Gerência de Mudanças. Um ciclo de vida de um CI pode ter vários estágios, e muito frequentemente é indefinida, em termos de tempo &#8211; ao contrário de um projeto ou incidentes, que são geridos principalmente em termos de progresso através da sua vida e último encerramento.</p>
<p>Assim exposto, faz sentido pensarmos em CI como uma vasta gama de possibilidades abrangendo desde o mais óbvio (desktop) até o nem tão óbvio (processador de uma máquina) não esquecendo é claro de impressoras, switches, aplicações (sim softwares) e afins.</p>
<p>Bem, a intenção deste post é despertar o interesse sobre esta função da Biblioteca ITIL e recomendar a avaliação de pelo menos uma ferramenta de mercado que pode ser utilizada de forma gratuíta por até um ano: o <a href="http://cmdbdiscovery.teclogica.com.br" target="_blank">CMDB Discovery</a>.</p>
<p>O CMDB Discovery tem uma concepção interessante já que ele foi desenvolvido a partir de duas iniciativas:</p>
<ol>
<li>Das necessidades que a Teclógica tinha em montar uma base de dados consistente sobre sua própria infra-estrutura de TI e de seus clientes</li>
<li>Da minha necessidade em estudar a função e desenvolver uma monografia que pudesse ser implementada e transformada em algo palpável</li>
</ol>
<p>Desta primeira iniciativa só tenho a recomendar: avalie o software e entenda como o CMDB pode auxiliar.</p>
<p>Da segunda, <a href="http://www.mundoitil.com.br/wp-content/uploads/2008/08/cmdb-configuration-management-database.pdf">faça o download da minha monografia em Engenharia de Sistemas</a> e saiba mais sobre a ITIL e a função CMDB.</p>
<p>Por fim, agradeço os feedbacks.</p>
<p><a href="http://www.mundoitil.com.br/marco-aurelio-neuwiem/" target="_self">Marco Aurélio Neuwiem</a></p>
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