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	<title>Mundo Itil</title>
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	<description>Conheça a ITIL na prática com a experiência de quem conhece.</description>
	<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 09:25:47 +0000</pubDate>
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	<language>en</language>
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		<title>Continuidade dos Serviços de T.I.</title>
		<link>http://www.mundoitil.com.br/2008/12/01/continuidade-dos-servicos-de-ti/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Dec 2008 11:45:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsander Oliveira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Continuidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Um tema que provavelmente passou pela cabeça de muitas pessoas nos últimos dias é a continuidade dos serviços de T.I. , principalmente para quem mora no estado de Santa Catarina, em função das fortes chuvas que causaram e ainda estão causando diversos transtornos para toda a população e empresas.
É um momento triste, mas que abre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um tema que provavelmente passou pela cabeça de muitas pessoas nos últimos dias é a <strong>continuidade dos serviços de T.I.</strong> , principalmente para quem mora no estado de Santa Catarina, em função das fortes chuvas que causaram e ainda estão causando diversos transtornos para toda a população e empresas.</p>
<p>É um momento triste, mas que abre espaço para uma reflexão sobre planos de continuidade para o negócio. Cito o negócio, pois a continuidade dos serviços de T.I. somente existirá se houver um <strong>plano para continuidade do negócio</strong>.</p>
<p><span id="more-271"></span></p>
<p>A exemplo o porto de Itajaí que está tendo um <a title="Porto de Itajaí" href="http://www.jornaltribuna.com.br/economia.php?id_materia=32276">prejuízo diário de 33,5 milhões</a>. Um impacto enorme para o negócio e economia do Brasil.  Será que na <strong>avaliação de riscos</strong>, foi levantado como possibilidade a combinação da <a title="Fenômenos e Chuva" href="http://www.estadao.com.br/cidades/not_cid283612,0.htm">chuva intensa e outros fenômenos</a> bem específicos da região que levariam a esse cenário? Essa combinação de chuvas com outras catástrofes diminui ainda mais as chances matemáticas do desastre. Apesar disso, o plano da continuidade não perde sua importância.  Além do que, imagino que um porto desse tamanho e com essa importância, deve ter planos de continuidade do negócio. Não é o foco aqui discutir isso, mas sim evidenciar a importância do tema, pois,  o quanto antes for feito restabelecido as atividades do negocio, menores serão as perdas. Parece obvio dizer isso, não é? Mas o que pode ser feito para voltar as atividades de forma mais rápida? A resposta também é obvia,  planejamento da continuidade do negócio. Um luxo ou o mínimo esperado?</p>
<p>Ainda a exemplo da catástrofe em SC. Em muitos casos a infra-estrutura das empresas permaneceu intacta, mas o que acontece se seus colaboradores não conseguem chegar até lá? Muitos ficaram isolados, sistemas de transporte parado, entre outros problemas. Dessa forma as pessoas não conseguem chegar ao local de trabalho. E o que vale uma empresa sem as pessoas?Pode valer muito se essa empresa permitir que seus funcionários trabalhem remotamente. Essas e outras questões devem previstas,  discutidas e documentadas no plano de continuidade.</p>
<p>Abaixo um diagrama que explica resumidamente esse processo.<img class="alignnone" src="http://www.mundoitil.com.br/wp-content/uploads/2008/12/contserviti2.jpg" alt="" width="541" height="226" /></p>
<p>Esse é um assunto muito interessante e o momento é sugestivo para pensar em novos planejamentos para futuros planos de continuidade, já que o que aconteceu recentemente foram situações inesperadas e de baixas probabilidades, logo fica o convite para “blogarmos” a respeito.</p>
<p><strong><a href="http://www.mundoitil.com.br/alexsander-oliveira">Alexsander Oliveira</a></strong></p>
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		<title>100+ Inovadoras &#8216;mais&#8217; ITIL: parceria de sucesso</title>
		<link>http://www.mundoitil.com.br/2008/11/07/100-inovadoras-mais-itil-parceria-de-sucesso/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Nov 2008 17:16:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Aurélio Neuwiem</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Referências]]></category>

		<category><![CDATA[SLA]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentei agora há pouco a respeito da publicação da InformationWeek Brasil onde uma das métricas que mais estas empresas (as &#8216;mais inovadoras&#8217;) adotam é exatamente a biblioteca ITIL.
Incorre que algumas das empresas falam exatamente como abordam a ITIL, e este post trata de elucidar e comentar sobre estas abordagens.


Pontos que acredito valham comentários no artigo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mundoitil.com.br/2008/11/07/a-itil-e-as-empresas-algumas-no-brasil/" target="_self">Comentei agora há pouco</a> a respeito da publicação da InformationWeek Brasil onde uma das métricas que mais estas empresas (as &#8216;mais inovadoras&#8217;) adotam é exatamente a biblioteca ITIL.</p>
<p>Incorre que algumas das empresas falam exatamente como abordam a ITIL, e este post trata de elucidar e comentar sobre estas abordagens.</p>
<p><span id="more-246"></span></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-247 aligncenter" title="biblioteca itil" src="http://www.mundoitil.com.br/wp-content/uploads/2008/11/itil.png" alt="" width="313" height="300" /></p>
<p>Pontos que acredito valham comentários no artigo da <a href="http://www.informationweek.com.br/arquivos/IWB_208_full.pdf">InformationWeek Brasil</a>:</p>
<h3><strong>Distâncias reduzidas (página 19)</strong></h3>
<p><em>Atuando mundialmente e com 50 mil usuários de TI, Eaton investiu em ferramentas de comunicação IP e colaboração, além de cria r uma área pa ra estudar tecnologia s disruptivas.</em></p>
<p>&#8230; Para driblar a dispersão da companhia nos diversos países, o projeto de service desk batizado de “Follow the Sun” e regido <span style="text-decoration: underline;">sob os princípios de Itil</span> organizou o atendimento dos chamados por fuso horário. Assim, a solução de problemas ou dúvidas pode ocorrer desde qualquer parte do mundo: resolve aquele especialista que pegar o ticket primeiro.<br />
“Isto acelera muito o processo. A Eaton é global, então, temos de pensar em soluções que se enquadrem ao mundo todo”, justifica Miranda. São cerca de 50 mil usuários de TI&#8230;</p>
<blockquote><p>Leia com atenção: sem adotar os preceitos da biblioteca (em especial os da disciplina de Gerenciamento de Incidentes) será que em algum momento seria possível criar e manter um serviço de suporte que &#8217;seguisse o sol&#8217; (aliás que termo bem bolado para cobrir o funcionamento em fusos distintos).</p></blockquote>
<h3>A TI que educa (página 25)</h3>
<p><em>Fundação Bradesco consolida metodologia de inovação, investe em processos e parcerias e, assim, melhora sua posição no estudo.</em></p>
<p>&#8230;Outro ponto trabalhado entre 2007 e 2008 foi a implantação de escritórios de projetos, de <strong>processos </strong>e de <strong>estratégia</strong>, este último dividido em gestão do conhecimento e inteligência competitiva. “Minhas metas vão até 2012, mas, no curto prazo, preciso aperfeiçoar os processos, melhorar meus transacionais, montar meu dashboard e extrair as informações por meio da nossa ferramenta de BI.” Para este processo, está sendo buscada no mercado uma ferramenta de BPM e ainda a <strong>certificação de profissionais em Itil 3.0</strong>&#8230;</p>
<blockquote><p>Pelo menos em tese o Banco se beneficia do conhecimento de processos dos profissionais em ITIL para suportar sua estratégia de inovação. Note que num mercado competitivo como o financeiro inovação e processos alinhados são premissas básicas.</p></blockquote>
<h3>Balanço em tempo real (página 33)</h3>
<p><em>A Tecban processa 30 milhões de transações por mês; inclusão de BI no sistema de faturamento ajuda os executivos a corrigir rotas diariamente.</em></p>
<p>Mais maduro: é assim que o CIO da Tecban, Lisias Lauretti, define o atual estágio do departamento que comanda. Depois de adotar a arquitetura orientada a serviços, práticas como CMMI e <strong>Itil</strong>, conexões WiMAX e GPRS para caixas eletrônicos e SMS como ferramenta de campo para técnicos, neste ano, além de contabilizar os resultados do que implementou em 2007, a TI partiu para o amadurecimento das práticas de colaboração, o acompanhamento do faturamento em tempo real, entre outros.</p>
<blockquote><p>De fato: 30 milhões de transações por mês é um número bastante imponente penso que um SLA bem estruturado deve auxiliar a manutenção deste índice - fora isto não há como esperar algo diferente de uma instituição que precisa de processos maduros para a sustentação de seu negócio.</p></blockquote>
<h3>Questão de empatia (página 65)</h3>
<p><em>Entre os projetos deste ano, a Carbocloro investiu em telemetria, ou seja, colocação de sensores que medem níveis dos produtos fornecidos na base do usuário para reposição automática.</em></p>
<p>&#8230;Ainda sob a batuta da filosofia da companhia, a TI da Henkel passou por uma iniciativa que busca uma mudança cultural de um perfil de profissional mais técnico para consultores de negócios, que Adriana conseguiu com boa dose de treinamentos. <strong>Outro projeto teve como foco reduzir a complexidade da TI, com a adoção de Itil</strong>&#8230;</p>
<blockquote><p>Um mundo (mundo de TI, claro) sem ITIL pode ser caótico. Entendo por redução de complexidade a diferença entre um cenário apocaliptico onde nada ou pouco é feito baseando-se em processos (de preferência valorizados no mercado). Se a redução de complexidade tiver este sentido então faz-se uma verdade. Contudo, pode-se entender que simplesmente a adoção da ITIL é por si só um redutor: pode ser mentira mas algumas organizações valer-se-ão do caos para &#8216;manter as coisas como estão&#8217; e a estas é muito mais simples refutar a ITIL com o discurso de complexidade.</p></blockquote>
<p>Até a próxima, <a href="http://www.mundoitil.com.br/marco-aurelio-neuwiem/">Marco Aurélio</a>.</p>
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		</item>
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		<title>A ITIL e as empresas (algumas) no Brasil</title>
		<link>http://www.mundoitil.com.br/2008/11/07/a-itil-e-as-empresas-algumas-no-brasil/</link>
		<comments>http://www.mundoitil.com.br/2008/11/07/a-itil-e-as-empresas-algumas-no-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2008 15:16:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Aurélio Neuwiem</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Referências]]></category>

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		<description><![CDATA[Já vi muitos modismos em TI e confesso que poucos deles se comparam a adoção das boas práticas da biblioteca ITIL, talvez porque esta não trate apenas de modismo e sim de um conjunto de práticas que efetivamente trazem valor para quem as adota.
A InformationWeek Brasil na Edição de Outubro de 2008 traz um artigo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já vi muitos modismos em TI e confesso que poucos deles se comparam a adoção das boas práticas da biblioteca ITIL, talvez porque esta não trate apenas de modismo e sim de um conjunto de práticas que efetivamente trazem valor para quem as adota.</p>
<p>A InformationWeek Brasil na <a href="http://www.informationweek.com.br/" target="_blank">Edição de Outubro de 2008</a> traz um artigo muito interessante sobre as &#8220;<a href="http://www.informationweek.com.br/100mais" target="_blank">100+ Inovadoras</a>&#8221; que é uma excelente referência, em especial no que tange o uso da biblioteca ITIL.</p>
<p><span id="more-243"></span></p>
<p>Acompanhe o gráfico (<a href="http://www.informationweek.com.br/arquivos/IWB_208_full.pdf" target="_blank">página 13 do PDF</a>):</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-244 aligncenter" title="itil-100-mais-inovadoras" src="http://www.mundoitil.com.br/wp-content/uploads/2008/11/itil-100-mais-inovadoras.png" alt="" width="500" height="221" /></p>
<p>A ITIL destaca-se como uma das métricas que possui o maior volume como opção de métrica de desempenho. Ficando a frente de opções consolidadas como a ISO 9000x.</p>
<p>Que a informação não é conclusiva é até compreensível todavia é no mínimo um dado bastante contundente.</p>
<p>Fica a referência.</p>
<p>Até a próxima, <a href="http://www.mundoitil.com.br/marco-aurelio-neuwiem/">Marco Aurélio</a>.</p>
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		</item>
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		<title>A importância de uma eficiente ferramenta para o gerenciamento de problemas</title>
		<link>http://www.mundoitil.com.br/2008/10/30/a-importancia-de-uma-eficiente-ferramenta-para-o-gerenciamento-de-problemas/</link>
		<comments>http://www.mundoitil.com.br/2008/10/30/a-importancia-de-uma-eficiente-ferramenta-para-o-gerenciamento-de-problemas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 30 Oct 2008 16:57:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo dos Santos Alves</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Problemas]]></category>

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		<description><![CDATA[A experiência nos mostra o quão fundamental se torna a existência de eficientes ferramentas desenvolvidas especialmente para o gerenciamento de serviços de TI, serviços estes que são constantemente gerados e entregues para serem utilizados pelas organizações.
No que tange à área de Service Suport estabelecida nas boas práticas da ITIL, tais serviços, quando mapeados e representados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: small; font-family: Verdana;">A experiência nos mostra o quão fundamental se torna a existência de eficientes ferramentas desenvolvidas especialmente para o gerenciamento de serviços de <i>TI</i>, serviços estes que são constantemente gerados e entregues para serem utilizados pelas organizações.</span></p>
<p><span style="font-size: small; font-family: Verdana;">No que tange à área de <i>Service Suport</i> estabelecida nas boas práticas da <i>ITIL</i>, tais serviços, quando mapeados e representados na forma de <i>Incidentes</i>, <i>IC&#8217;s (Itens de Configuração)</i>, <i>Problemas</i>, <i>Mudanças</i>, <i>Versões</i>, etc.., possuem uma natureza sistêmica pelo fato de se <i>relacionarem conceitualmente</i>, facilitando assim  a modelagem e desenvolvimento de ferramentas no intuito específico de <i>tornar fácil e viável o gerenciamento e uso estratégico da informação</i>.</span></p>
<p><span style="font-size: small; font-family: Verdana;">Por exemplo, segundo as boas práticas da ITIL, sabemos que um Incidente está intimamente associado a um Problema, que por sua vez pode estar relacionado a um ou mais Itens de Configuração. O Problema também poderá culminar em uma Mudança, que necessitará de uma nova Versão. Conforme foi mencionado, entende-se que esta associação conceitual pode ser transcrita para uma modelagem de software, culminando na construção de uma nova ferramenta de apoio.</span></p>
<p><span style="font-size: small; font-family: Verdana;">Porém, devido às características mutáveis assim como as necessidades específicas de cada organização e serviço prestado, existirão, sem dúvidas, desafios a serem encarados na concepção destes novos sistemas, sendo que um destes desafios diz respeito à disciplina de <strong>Gerenciamento de Problemas</strong>.</span></p>
<p><span id="more-204"></span></p>
<p><span style="font-size: small; font-family: Verdana;">Ao desenvolver um sistema que visa suprir as principais práticas apresentadas por tal disciplina, se faz necessário primeiramente controlar de forma detalhada as etapas necessárias para concluir o <i>Ciclo de Vida do Problema</i>, ou seja, desde a <i>identificação de suas</i> <i>características fundamentais</i>, definição do <i>work around (contorno)</i>, <i>investigação detalhada da causa</i>, até a <i>elaboração do plano de ação</i>.</span></p>
<p><span style="font-size: small; font-family: Verdana;">Além do detalhamento das etapas do Ciclo de Vida, é importante que a ferramenta demonstre <i>de forma sintética</i> a situação atual do Problema (<i>status</i>), ou seja, se o mesmo está em investigação, se a causa foi identificada, o plano de ação sugerido ou aplicado, etc.</span></p>
<p><span style="font-size: small; font-family: Verdana;">Outro importante aspecto a ser considerado é a existência de uma funcionalidade destinada a relacionar imagens, mídias, e-mails e outros tipos de arquivos, anexando assim complementos que permitirão uma melhor compreensão do Problema. O ideal é que todas as informações estejam associadas a uma <i>Base de Conhecimento</i>, permitindo o acesso para rápida busca. Esta característica poderá se tornar extremamente importante para os técnicos do <i>Primeiro Nível</i> de <i>Service/Help Desk</i>, pois trará a funcionalidade de realizar buscas por procedimentos para solução e contorno dos Problemas (<i>scripts</i>), visando facilitar o tratamento eficiente e adequado dos Incidentes abertos.</span></p>
<p><span style="font-size: small; font-family: Verdana;">Possibilitar uma integração flexível com um <a title="Artigo sobre CMDB e o CMDB Discovery" href="http://www.mundoitil.com.br/2008/08/19/cmdb-configuration-management-database/" target="_blank"><i>CMDB</i> (<i>Configuration Management DataBase</i>)</a>, é sem dúvida uma outra necessidade para garantir a devida coesão entre as gerências de Problema e Configuração, permitindo a associação do Problema com os respectivos IC&#8217;s afetados.</span></p>
<p><span style="font-size: small; font-family: Verdana;">O Sistema deve prover, acima de tudo, a autonomia necessária para que o <i>Segundo</i> ou <i>Terceiro Nível</i>, possa atuar de acordo com a prioridade real necessária a cada Problema. Deve para isso disponibilizar um <i>prático e funcional controle</i> visando identificar <i>quais Problemas</i> estão pendentes para análise, e <i>quais etapas necessitam ainda ser realizadas</i> para finalização de seus Ciclos de Vida.</span></p>
<p><span style="font-size: small; font-family: Verdana;">Não existindo um controle prático e funcional nem uma priorização adequada dos Problemas, certamente a ferramenta poderá ser caracterizada como deficiente, pois não estará de acordo com seu principal objetivo: <i>disponibilizar a informação de forma gerencial e estratégica, oferecendo recursos para correta tomada de decisão, tanto pelos técnicos do Segundo e Terceiro Nível, quanto pelos responsáveis pela gestão e governança de TI.</i></span></p>
<p><span style="font-size: small; font-family: Verdana;">Afinal, se não se sabe <i>quais são os inimigos</i> (quais Problemas estão pendentes e quais são suas prioridades), nem <i>quais seus pontos fracos</i> (quais etapas do Ciclo de Vida de cada Problema devem ser analisadas), como poderíamos arquitetar uma “estratégia de combate” eficiente? Citamos aqui apenas algumas características consideradas importantes, sendo certo que existem muitos outros requisitos que devemos levar em conta na construção deste tipo de ferramenta.</span></p>
<p><span style="font-size: small; font-family: Verdana;">Para finalizar, é essencial que esta ferramenta possua <i>integração com outros sistemas correspondentes às demais disciplinas da ITIL</i>, conforme foi citado anteriormente em relação à gerência de Configuração e o CMDB. Só assim conseguiremos rastrear todo Ciclo de Vida do Problema, desde sua origem (em um Incidente, uma Ação Pró-ativa, etc..), até sua solução definitiva, com provável realização de uma Mudança e/ou implantação de uma nova Versão.</span></p>
<p><span style="font-size: small; font-family: Verdana;"><a title="Informações: Pablo dos Santos Alves" href="http://www.mundoitil.com.br/pablo-dos-santos-alves/" target="_self">Pablo dos Santos Alves</a></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>SLA &#038; Redundância</title>
		<link>http://www.mundoitil.com.br/2008/10/24/sla-redundancia/</link>
		<comments>http://www.mundoitil.com.br/2008/10/24/sla-redundancia/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2008 14:23:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Aurélio Neuwiem</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[SLA]]></category>

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		<description><![CDATA[
A InformationWeek Brasil publicou uma matéria muito interessante, &#8220;Como um Espelho&#8221; (página 42 a 45 do PDF) que é bastante interessante e ressalta pontos que podem e devem ser levados em consideração quando da elaboração de um SLA.
Já falamos bastante sobre o SLA aqui no Mundo ITIL mas a visão que se tem no artigo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-medium wp-image-200 alignright" style="margin: 10px 12px;" title="Erro" src="http://www.mundoitil.com.br/wp-content/uploads/2008/10/symbol-error-menor.jpg" alt="Atenção!" width="128" height="128" /></p>
<p>A <strong>InformationWeek </strong>Brasil publicou uma matéria muito interessante, &#8220;<a href="http://www.informationweek.com.br/arquivos/InformationWeek%20Brasil%20IT%20Midia%20ed.207.pdf">Como um Espelho</a>&#8221; (página 42 a 45 do PDF) que é bastante interessante e ressalta pontos que podem e devem ser levados em consideração quando da elaboração de um SLA.</p>
<p>Já falamos bastante <a href="http://www.mundoitil.com.br/category/sla/">sobre o SLA aqui no Mundo ITIL</a> mas a visão que se tem no artigo é mais ampla pois trata de um prisma que por vezes é deixado de lado, em especial porque sua repercussão é eminentemente atrelada a ponto mais sensível das empresas: BOLSO.</p>
<p><span id="more-189"></span></p>
<p>Algumas das partes que acredito ser mais interessantes no artigo:</p>
<p style="padding-left: 30px;">O dia três de julho ficou marcado para muitos profissionais de TI como a data que seus sistemas de redundância foram postos à prova. Uma pane na rede IP/MPLS da Telefônica deixou o Estado de São Paulo sem internet durante quase 40 horas.<br />
Diversas empresas ficaram sem poder realizar atividades importantes, no entanto, aquelas que dependiam da web para sobreviver (como companhias com vendas online) foram as que mais sofreram.<br />
Com proporções enormes, o estrago deixou um aprendizado: <strong>não há contrato de nível de serviço (SLA, na sigla em inglês) que substitua a redundância – de links, de sistemas, de data centers, de tudo</strong>.<br />
E também deixou claro que poucas empresas têm estruturado este processo de forma adequada.</p>
<p>Por melhor estruturado que um SLA possa ser desenvolvido há riscos que carecem de avaliação minuiciosa e em alguns casos até mesmo um pensamento caótico na tentativa de elucidar todas as possibilidades de impacto para a empresa. Pensamento paranóico é um bom caminho.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Para não ter de estruturar o “plano B”, algumas corporações apóiam-se totalmente no contrato feito com os fornecedores diversos, acreditando que eles vão cumprir exatamente o prometido e que o SLA resolverá qualquer problema. Contudo, existem situações, como a queda na internet, citada no início desta reportagem, que nem o prestador de serviço conseguiu prever ou resolver em tempo hábil.</p>
<p>Ou seja: tenha em mente que por maiores que sejam as penalidades envolvidas nos contratos não será um papel que deverá conduzir a sua busca por um ambiente que mantenha o &#8216;negócio andando&#8217;. E claro, saiba que para cada um dos serviços ofertados será fundamental ter um índice de criticidade de forma que seja possível averiguar quais destes terão atenção especial para redundância.</p>
<p>Até a próxima, <a href="/marco-aurelio-neuwiem/">Marco Aurélio</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Gerenciamento do Nível de Serviço</title>
		<link>http://www.mundoitil.com.br/2008/10/02/gerenciamento-do-nivel-de-servico/</link>
		<comments>http://www.mundoitil.com.br/2008/10/02/gerenciamento-do-nivel-de-servico/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 19:23:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Aurélio Neuwiem</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Continuidade]]></category>

		<category><![CDATA[Mudanças]]></category>

		<category><![CDATA[SLA]]></category>

		<category><![CDATA[ans]]></category>

		<category><![CDATA[experiência]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos elementos mais conhecidos no Gerenciamento do Nível de Serviços são os Acordos de Nível de Serviços (ANS) (em inglês SLA). Os ANS’s permitem o departamento de TI e o cliente acordarem sobre quais serviços devem ser fornecidos, a disponibilidade necessária e seus custos. Estes níveis devem ser mensuráveis para ambos os lados poderem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos elementos mais conhecidos no Gerenciamento do Nível de Serviços são os Acordos de Nível de Serviços (ANS) (em inglês SLA). Os ANS’s permitem o departamento de TI e o cliente acordarem sobre quais serviços devem ser fornecidos, a disponibilidade necessária e seus custos. Estes níveis devem ser mensuráveis para ambos os lados poderem verificar se os níveis estão sendo atendidos.</p>
<p>O Gerenciamento de Nível de Serviços é o processo que forma o vínculo entre o departamento de TI e os clientes. Para implementar este processo com sucesso é necessário que os outros processos da ITIL já tenham sido implementados.</p>
<p>O foco principal deste processo é assegurar a qualidade dos Serviços em TI que são fornecidos, ao um custo aceitável ao negócio.</p>
<p>Mas a questão que permanece é: quando este acordo tem de ser revisto? Até que ponto sua redação e entendimento atendem as necessidades da empresa do ponto de vista do negócio e financeiro? E mais, quem são os responsáveis por entregar idéias para seu aprimoramento?</p>
<p><span id="more-185"></span></p>
<p>Ser <a href="http://www.mundoitil.com.br/marco-aurelio-neuwiem/">Gerente Comercial</a> tem uma característica que me agrada muito: conhecer pessoas de diversas corporações, normalmente da área de TI, que expõem suas dificuldades e conquistas na gestão de serviços de TI. Essas trocas de experiências são fundamentais já que que ambos se beneficiam do conhecimento que partilham.</p>
<p>Bem, numa dessas ocasiões, visitando uma grande corporação nacional me deparei com um caos bastante interessante, que partilho nesse post.</p>
<p>A <strong>Coporação X</strong> (sim, o nome é fictício mesmo) o <strong>Sr. CIO</strong> (acrônimo do nome para preservar sua identidade) relatou que ainda que sua corporação dispusesse de um SLA muito bem definido, e que atendia boa parte das necessidades das partes envovlidas, o acordo havia criado uma situação bastante capciosa, explicando:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Sr. CIO: </strong>Marco, meu SLA é bastante claro para todos os envolvidos e rege a disponibilidade dos serviços dentro das minhas necessidades financeiras (custos). Porém, há momentos em que eu penso que o rigor que ele propiciou me deixa em situações complicadas.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Eu: </strong>Desta forma assertiva que expõens, parece que realmente o SLA cumpre seu papel, mas o que lhe incomoda?</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Sr. CIO: </strong>Olha, desde que o serviço não necessite de melhorias (aprimoramentos no sistema) tudo funciona muito bem.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Eu: </strong>Me explique melhor.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Sr. CIO: </strong>Veja o caso de meu sistema de telefonia. Mantê-lo em funcionamento é mandatório para meu negócio, e realmente o sistema se mantêm muito estável já optamos por uma plataforma aberta (<a href="http://www.asterisk.org/" target="_blank">Asterisk</a>). Todavia, quando ocorre uma mudança física, por exemplo, alguém muda-se de lugar, preciso mudar o comportamento do sistema a fim de efetivar logicamente a mudança e isto é tratado como uma melhoria.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Eu: </strong>Entendo, mas, onde está o problema? Parece-me que realmente trata-se de uma melhoria que deve precisar do apoio do <strong>CAB (Change Advisory Board)</strong>*, correto?</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Sr. CIO: </strong>Pois é isto mesmo. E é aí que sinto que temos de dar muito atenção para melhorarmos. Veja, o CAB reune-se mensalmente para aprovar (ou reprovar) quais mudanças devem ser implementadas. No caso de comentei contigo veja o paradoxo que criamos: pense que quando uma nova pessoa entrar na área de contato com cliente (Comercial, por exemplo) ela terá de aguardar a reunião para que possamos modificar nosso sistema de telefonia para contemplar a entrada desta pessoa. Este trabalho, modificar o sistema de telefonia, não leva mais do que 10 minutos para ser executado. E fica a questão: por quê esperar até um mês para executar uma situação crítica sendo que em minutos ela se resolverá?</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Eu: </strong>Entendi, mas porque simplesmente não muda-se a forma como as atividades foram priorizadas? Digo, porque não tratam estas ocorrências como rotineiras já que a mudança de lugar físico parece fazer parte da rotina da empresa?</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Sr. CIO: </strong>Porque simplesmente nosso SLA foi constituído desta forma e até o momento não temos como modificá-lo em tempo de voo.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Eu: </strong>Entendo&#8230; (preferi não continuar o assunto já que ele parecia ficar cada vez mais irritado com o fato ocorrer mesmo após ter empregado muito fosfato para empreender o melhor para a corporação).</p>
<p>Resumindo: não há mágica para encontrar a melhor solução, a experiência é fundamental (e a agilidade também).</p>
<p>Até a próxima, <a href="http://www.mundoitil.com.br/marco-aurelio-neuwiem/">Marco Aurélio</a>.</p>
<p>* Change Advisory Board pode ser definido como um grupo de pessoas que aconselha a mudança, priorização e agendamento. Este conselho é normalmente constituído por representantes de todas as áreas, incluindo fornecedores.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Qual o papel do Capacity Management afinal?</title>
		<link>http://www.mundoitil.com.br/2008/10/01/qual-o-papel-do-capacity-management-afinal/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 18:25:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Carlos Pereira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Capacidade]]></category>

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		<description><![CDATA[ De forma resumida, quais os objetivos e processos do Capacity Management&#8230;



Objetivos:

Determinar a capacidade dos recursos de TI de forma correta e com custos justificáveis para atender os níveis acordados com os clientes.


Processo que ajuda a predizer os investimentos necessários em TI
Possui 3 sub-processos:

Business Capacity Management –requisitos futuros do negócio
Resource Capacity Management – recursos necessários [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span> De forma resumida, quais os objetivos e processos do Capacity Management&#8230;</span><br />
<span id="more-174"></span></p>
<div id="attachment_175" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.mundoitil.com.br/wp-content/uploads/2008/10/cm.jpg"><img class="size-full wp-image-175" src="http://www.mundoitil.com.br/wp-content/uploads/2008/10/cm.jpg" alt="Capacity Management" width="500" height="260" /></a><p class="wp-caption-text">Capacity Management</p></div>
<div>
<ul type="disc">
<li>Objetivos:
<ul type="circle">
<li>Determinar a capacidade dos recursos de TI de forma correta e com custos justificáveis para atender os níveis acordados com os clientes.</li>
</ul>
</li>
<li>Processo que ajuda a predizer os investimentos necessários em TI</li>
<li>Possui 3 sub-processos:
<ul type="circle">
<li><span>Business Capacity Management –requisitos futuros do negócio</span></li>
<li><span>Resource Capacity Management – recursos necessários para os serviços</span></li>
<li><span>Demand Management<span style="yes"> </span>- controlar o uso dos serviços de TI através de Differential Charging (cobrança diferencial, cobrar o excedente) </span></li>
</ul>
</li>
<li><span>Modelling – para estimar a carga de trabalho</span>
<ul type="circle">
<li><span>Analise de Tendência<span style="yes"> </span>(trends)</span></li>
<li><span>Modelagem Analítica (Analytical)</span></li>
<li><span>Modelagem por simulação</span></li>
<li><span>Modelagem por baseline</span></li>
</ul>
</li>
<li><span>Application Sizing: dimensionamento para implementar uma nova aplicação </span></li>
<li><span>CDB (Capacity Data Base)<span style="yes"> </span>- contém métricas para criar o plano de capacidade.</span></li>
</ul>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Termos utilizados pelo SLA&#8230;</title>
		<link>http://www.mundoitil.com.br/2008/10/01/termos-utilizados-pelo-sla/</link>
		<comments>http://www.mundoitil.com.br/2008/10/01/termos-utilizados-pelo-sla/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 18:07:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Carlos Pereira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[SLA]]></category>

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		<description><![CDATA[Seguem abaixo alguns termos importantes que compõem o SLA:

Service Level Agreement (SLA)
Acordo de Nível de Serviço
É um acordo entre um cliente e um provedor de serviço
Service Level Management (SLM)
 Gerência de Nível de Serviço
Um conjunto de métodos e procedimentos disciplinados e pró-ativos usados para assegurar que níveis adequados de serviços são oferecidos
SLOs – Service Level [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Seguem abaixo alguns termos importantes que compõem o SLA:</p>
<p><span id="more-170"></span></p>
<p><em>Service Level Agreement (SLA)</em><br />
Acordo de Nível de Serviço<br />
É um acordo entre um cliente e um provedor de serviço</p>
<p><em>Service Level Management (SLM)<br />
</em> Gerência de Nível de Serviço<br />
Um conjunto de métodos e procedimentos disciplinados e pró-ativos usados para assegurar que níveis adequados de serviços são oferecidos</p>
<p><em>SLOs – Service Level Objectives</em><br />
Define o nível de serviço a ser provido, conforme acordo<br />
Define o que é para ser mensurado</p>
<p><em>SLGs – Service Level Guarantees</em><br />
Define o que fazer caso o serviço falhe</p>
<p><em>SLIs – Service Level Indicators</em><br />
O coração dos SLAs, para quantificação e mensuração</p>
<p><em>SLRs – Service Level Reports<br />
</em> O principal veículo de comunicação dos SLAs</p>
<p><em>Contrato</em><br />
Define os serviços prestados e inclui uma cláusula de gestão dos serviços prestados</p>
<p><em>Caderno de Métricas</em><br />
Definição dos indicadores, como são medidos, por quem, quando e definição dos limiares (thresholds)</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Gerenciamento de Mudanças</title>
		<link>http://www.mundoitil.com.br/2008/09/15/gerenciamento-de-mudancas/</link>
		<comments>http://www.mundoitil.com.br/2008/09/15/gerenciamento-de-mudancas/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 17:37:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sueli Marowski Goldacker</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Configuração]]></category>

		<category><![CDATA[Mudanças]]></category>

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		<description><![CDATA[As mudanças que são tratadas nesse processo estão associadas a hardwares, softwares, equipamentos, software de comunicação, documentação e procedimentos associados com a operação, suporte e manutenção da infra-estrutura de TI.
O processo de Gerenciamento de Mudanças é responsável por decidir e coordenar as mudanças na área de TI, ou seja, controlar as mudanças para que elas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As mudanças que são tratadas nesse processo estão associadas a hardwares, softwares, equipamentos, software de comunicação, documentação e procedimentos associados com a operação, suporte e manutenção da infra-estrutura de TI.</p>
<p>O processo de Gerenciamento de Mudanças é responsável por decidir e coordenar as mudanças na área de TI, ou seja, controlar as mudanças para que elas sejam implantadas de forma eficiente, eficaz e assegurar que a infra-estrutura e TI permaneça alinhada aos requisitos do negócio, com o menor risco possível.</p>
<p><span id="more-104"></span></p>
<p>Para realizar uma análise de riscos adequada é importante o uso de uma Base de Gerenciamento da Configuração (também conhecida como <a href="http://cmdbdiscovery.teclogica.com.br">CMDB – Configuration Management Database)</a> que forneça todos os serviços e recursos relacionados ao item de configuração (CI - Configuration Item) que sofrerá a mudança.</p>
<p>Os principais objetivos deste gerenciamento são:</p>
<ul>
<li>Assegurar que os métodos padronizados estão sendo usados para o tratamento eficiente de todas as mudanças, reduzindo seus riscos e impactos;</li>
<li>Minimizar incidentes relacionados com mudanças;</li>
<li>Balanço entre necessidade e impacto.</li>
</ul>
<p>Pode-se implementar esse processo isoladamente, mas é importante o apoio do Gerenciamento de Configuração para dar suporte à avaliação de impacto, indicando os itens de configuração envolvidos na mudança. Também vale ressaltar que o controle das liberações (implantação da mudança) não é de responsabilidade do Gerenciamento de Mudanças, mas sim do Gerenciamento de Liberações.</p>
<p><a href="http://www.mundoitil.com.br/sueli-marowski-goldacker/">Sueli Marowski Goldacker</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O que é gerenciamento de problemas?</title>
		<link>http://www.mundoitil.com.br/2008/09/01/o-que-e-gerenciamento-de-problemas/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Sep 2008 13:42:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsander Oliveira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Problemas]]></category>

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		<description><![CDATA[Gerenciamento de problemas é o processo responsável por gerenciar todo clico de vida de um problema. Mas o que é um problema?
Problema é a causa de um ou mais incidentes. É interessante lembrar que um incidente deve ter um problema associado, toda via um problema não necessariamente deve estar associado a um incidente, já que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="justify;"><span style="Arial;" lang="PT-BR"><span style="small;">Gerenciamento de problemas é o processo responsável por gerenciar todo clico de vida de um problema. </span></span><span style="Arial;" lang="PT-BR"><span style="small;">Mas o que é um problema?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"><span style="Arial;" lang="PT-BR"><span style="small;">Problema é a causa de um ou mais incidentes. É interessante lembrar que um incidente deve ter um problema associado, toda via um problema não necessariamente deve estar associado a um incidente, já que a origem de um problema será em função de uma atividade <strong><i>pro-ativa</i></strong> ou <strong><i>reativa</i></strong>.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"><span id="more-69"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"><span style="Arial;" lang="PT-BR"><span style="small;">Como já deve ser de conhecimento, o dia-a-dia de muitas equipes de suporte é bem corrido e usualmente muitas delas trabalham apagando incêndios. Felizmente a realidade das equipes de suporte da Teclógica é diferente.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"><span style="Arial;" lang="PT-BR"><span style="small;">Em nossa “linha de frente” do atendimento está o primeiro nível (<strong><i>Service Desk</i></strong>), que é responsável pelo primeiro contato com o usuário, em muitos casos é até um <strong><i>ponto único de contato</i></strong>. Nesse nível são feitas análises dos incidentes registrados, coletando dados, fazendo investigações em <strong><i>itens de configuração</i></strong>, consultando <strong><i>base de conhecimentos</i></strong>, <strong><i>erros conhecidos</i></strong> e investigações para contorno. Veja, o foco está em resolver o incidente, fazendo o contorno, diminuindo o tempo de interrupção do serviço ao usuário.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"><span style="Arial;" lang="PT-BR"><span style="small;">Caso o primeiro nível consiga fazer o contorno resolvendo o incidente e já exista algum problema que defina a causa do incidente, o segundo nível não é acionado, se não conseguir ou for um incidente grave ou ainda conseguir contornar e não identificar a <strong><i>causa raiz</i></strong>, o segundo nível é acionado. Onde a analise poderá ser feita sem interrupções de usuário. Esse processo conhecido como <strong><i>escalonamento funcional</i></strong>.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"><span style="Arial;" lang="PT-BR"><span style="small;">Nesse estagio é feito um levantamento mais a fundo do problema, para descobrir a <strong><i>causa raiz</i></strong>. São feitas analises podendo envolver técnicas de resolução de problemas como: <strong><i>analise de Kepner e Tregoe, Brainstorming, Diagrama de Ishikawa e analise de Pareto</i></strong>, conforme sugestão na versão três do Itil. Após entender qual é o problema será necessário desenvolver uma solução de contorno (<strong><i>work around</i></strong>) e em seguida é direcionado para o <strong><i>gerenciamento de mudanças</i></strong> fazer a alteração necessária (Modificar fontes de sistemas, troca de servidor, etc) para que seja aplicada uma <strong><i>solução definitiva</i></strong>. O fluxo abaixo ilustra bem o inicio e fim do processo.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"><strong><i><span style="Arial;" lang="PT-BR"><span style="small;">Incidente -&gt; Problema -&gt; Erro Conhecido -&gt; Solicitação de Mudança</span></span></i></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"><span style="Arial;" lang="PT-BR"><span style="small;">Após aprovada a mudança é o <strong><i>gerenciamento de liberações</i></strong> que faz a liberação para o ambiente produção e dispara um evento informando a <strong><i>gerencia de configuração</i></strong> que um determinado <strong><i>item de configuração</i></strong> foi atualizado. Mas a tarefa do gerenciamento de problemas ainda não terminou. Deve ser verificado se o problema realmente foi erradicado do ambiente de produção.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"><span style="Arial;" lang="PT-BR"><span style="small;">Desse modo que se percebe que existe um ciclo de vida para o problema e toda uma complexidade em gerenciá-lo. De fato, não é uma tarefa fácil, mas não é difícil perceber os excelentes resultados obtidos com essas praticas.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"><span style="Arial;" lang="PT-BR"><span style="small;"><strong><a href="http://www.mundoitil.com.br/alexsander-oliveira">Alexsander Oliveira</a></strong></span></span></p>
]]></content:encoded>
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