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	<title>Mundo Itil</title>
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	<description>Conheça a ITIL na prática com a experiência de quem conhece.</description>
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		<title>SLA nas Nuvens</title>
		<link>http://www.mundoitil.com.br/2010/12/03/sla-nas-nuvens/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Dec 2010 10:08:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsander Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenho do Serviço]]></category>
		<category><![CDATA[SLA]]></category>

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		<description><![CDATA[A empresa Amazon oferece serviços de hospedagem nas nuvens. Um de seus clientes era (isso mesmo, era), pois a parceria não durou uma semana, o famoso site Wikileaks, que faz publicações de documentos confidencias de vários governos. Sem muitas delongas e avisos a Amazon desligou e retirou do ar todo o conteúdo do site. Tal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mundoitil.com.br/wp-content/uploads/2010/12/DenySLA.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-564 alignright" title="." src="http://www.mundoitil.com.br/wp-content/uploads/2010/12/DenySLA-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>A empresa Amazon oferece serviços de hospedagem nas nuvens. Um de seus clientes era (isso mesmo, era), pois a parceria não durou uma semana, o famoso site <a title="http://www.wikileaks.org" href="http://www.wikileaks.org" target="_blank">Wikileaks</a>, que faz publicações de documentos confidencias de vários governos. Sem muitas delongas e avisos a Amazon desligou e retirou do ar todo o conteúdo do site.</p>
<p>Tal fato poe na mesa de discussões a respeito do acordo de nível de serviço, em especial quando esse serviço está hospedados nas nuvens. Observe na fragilidade desse contrato entre Amazon e Wikileaks, ele permite que a empresa provedora do serviço encerre a qualquer momento a prestação do serviço, caso, considere a atividade do cliente ilegal e que possa prejudicar terceiros.</p>
<p><span id="more-562"></span>Agora pergunto, que SLA é esse que da tanto poder ao provedor de serviços? Essa é uma das características desses acordos para tais serviços na nuvens em favorecimento da própria empresa do que o cliente. Não houve nenhuma decisão judicial obrigando que a Amazon retirasse o site do ar. O que houve foi uma pressão de pessoas ligadas ao governo americano para retirar o site do ar. Alias o fundador do Wikileaks, Julian Assange está com voz de prisão pela Interpol.</p>
<p>Esse é apenas um exemplo, mas mostra a importância de um SLA, e como os termos definidos nele, podem e serão usados contra você, o cliente. Foi exatamente esse o caso, a decisão da Amazon tem valor legal e não nada que o Wikileaks possa fazer, a não ser, hospedar o site em outro provedor, que inclusive já fez.</p>
<p>Grande abraço.</p>
<p><a href="http://www.mundoitil.com.br/alexsander-oliveira/">Alexsander Oliveira</a></p>
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		<title>Por dentro da ITIL V3</title>
		<link>http://www.mundoitil.com.br/2010/09/21/por-dentro-da-itil-v3/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Sep 2010 19:28:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsander Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenho do Serviço]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia do Serviço]]></category>
		<category><![CDATA[Melhoria de Serviço Continuada]]></category>
		<category><![CDATA[Operação de Serviço]]></category>
		<category><![CDATA[Transição do Serviço]]></category>

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		<description><![CDATA[Atualmente temos falado muito nesse blog a respeito da versão 3 da biblioteca de boas práticas. Muitos já devem ter se perguntado, o que é essa versão 3? A versão 2 foi lançada em 2000 com 7 livros principais. Porem faltava algo nessa versão. As peças não se encaixam totalmente, problemas de conexão e estruturação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente temos falado muito nesse blog a respeito da versão 3 da biblioteca de boas práticas. Muitos já devem ter se perguntado, o que é essa versão 3?<br />
A versão 2 foi lançada em 2000 com 7 livros principais. Porem faltava algo nessa versão. As peças não se encaixam totalmente, problemas de conexão e estruturação ao longo do gerenciamento de serviço.</p>
<p>Em 2007 foi lançada a versão 3. Quem já estudou a Itil V2 e depois a V3 deve ter observado uma grande e excelente mudança na estrutura.  A V3 está organizada de uma forma muito melhor. Tem muito a oferecer aos provedores de serviços de TI, novos esquemas para certificação e está totalmente alinhada aos processos da <strong>ISO 20000</strong>.</p>
<p><span id="more-494"></span>A <strong>Itil V3</strong> aborda os aspectos dos serviços de TI sob a visão de <strong>ciclo de vida do serviço</strong> que liga\relaciona os estágios: Estratégia do Serviço, Desenho do Serviço, Transição do Serviço, Operação do Serviço, Operação do Serviço e Melhoria Continuada dos Serviços.</p>
<p><a href="http://www.mundoitil.com.br/wp-content/uploads/2010/09/LifeCycle3.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-549" title="LifeCycle" src="http://www.mundoitil.com.br/wp-content/uploads/2010/09/LifeCycle3.jpg" alt="" width="428" height="272" /></a></p>
<p>Nosso objetivo nesse blog é divulgar, discutir e esclarecer o que são as boas práticas é necessário uma visão geral do que estamos falando no dia a dia. Dessa irei apresentar uma rápida visão dos livros e dos processos envolvendo essa versão.</p>
<p><strong>Estratégia do Serviço (Service Strategy)</strong><br />
C<a href="http://www.mundoitil.com.br/wp-content/uploads/2010/09/LivroServiceStrategy.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-498" title="LivroServiceStrategy" src="http://www.mundoitil.com.br/wp-content/uploads/2010/09/LivroServiceStrategy.jpg" alt="" width="142" height="175" /></a>omo o nome já sugere, é onde são definidas as estratégias. O foco é se integrar e entender melhor o negócio, identificar as oportunidades no cliente, demandas, risco, financeiro, toda a tomada de decisão.<br />
Esse estagio é composto pelos processos:</p>
<p>1. Estratégia de Geração<br />
2. Gerenciamento Financeiro<br />
3. Gerenciamento da Demanda<br />
4. Gerenciamento do Portfólio</p>
<p><strong>Desenho do Serviço (Service Design)</strong><br />
<a href="http://www.mundoitil.com.br/wp-content/uploads/2010/09/LivroServiceDesign.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-497" title="LivroServiceDesign" src="http://www.mundoitil.com.br/wp-content/uploads/2010/09/LivroServiceDesign.jpg" alt="" width="144" height="198" /></a>Como diria o poeta: é preciso ter desenhos (?sonhos?). É o momento de arquitetar o que foi definido na estratégia.<br />
Aqui é um acordo bem famoso, que as pessoas usam erradamente para referenciar o service desk, sabe qual é? É o SLA (Service Level Agreement) &#8211; Acordo de Nível de Serviço.<br />
Então esse estágio é que desenha os serviços de TI e o gerenciamento dos serviços de TI. É composto pelos processos:</p>
<p style="text-align: left;">1. Gerenciamento do Catalogo de Serviços<br />
2. Gerenciamento de Nível de Serviço<br />
3. Gerenciamento de Disponibilidade<br />
4. Gerenciamento da Capacidade<br />
5. Gerenciamento da Continuidade dos Serviços de TI<br />
6. Gerenciamento da Segurança da Informação<br />
7. Gerenciamento de Fornecedores</p>
<p><strong>Transição do Serviço (Service Transition)</strong><br />
A<a href="http://www.mundoitil.com.br/wp-content/uploads/2010/09/LivroServiceTransition.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-499" title="LivroServiceTransition" src="http://www.mundoitil.com.br/wp-content/uploads/2010/09/LivroServiceTransition.jpg" alt="" width="139" height="207" /></a>pós desenhar o serviço temos que coloca-lo em produção, planejar toda a implantação preocupando com os impactos dela no negócio. Composto pelos processos:</p>
<p>1. Planejamento e Suporte da Transição<br />
2. Gerenciamento de Mudanças<br />
3. Gerenciamento de Configuração de Ativos de Serviço<br />
4. Gerenciamento de Liberação e Implantação<br />
5. Teste e Validação de Serviço<br />
6. Avaliação<br />
7. Gerenciamento do Conhecimento</p>
<p><strong>O</strong><strong>peração do Serviço (Service Operation)</strong><br />
<a href="http://www.mundoitil.com.br/wp-content/uploads/2010/09/LivroServiceOperation.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-500" title="LivroServiceOperation" src="http://www.mundoitil.com.br/wp-content/uploads/2010/09/LivroServiceOperation.jpg" alt="" width="141" height="199" /></a>É onde de fato é reconhecido o valor do provedor de serviços. Usuários e clientes tendem a enxergar mais esse estágio (É nosso papel evidenciar ao cliente, seja interno ou externo, a importância dos outros estágios).</p>
<p>1. Gerenciamento de Eventos<br />
2. Gerenciamento de Incidentes<br />
3. Cumprimento de Requisição<br />
4. Gerenciamento de Problemas<br />
5. Gerenciamento de Acessos</p>
<p>.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><strong>Melhoria Continuada dos Serviços (Continual Service Improvement)</strong><br />
<a href="http://www.mundoitil.com.br/wp-content/uploads/2010/09/LivroServiceContinuous.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-501" title="LivroServiceContinuous" src="http://www.mundoitil.com.br/wp-content/uploads/2010/09/LivroServiceContinuous.jpg" alt="" width="142" height="191" /></a>Esse estagio tem seu foco na qualidade. A melhoria dos serviços deve ser algo continuo. Como diria Mario Cortella, na palestra do evento C.O.R.E. Business <a title="Teclógica" href="http://www.teclogica.com.br/consultoria/web/" target="_blank">Teclógica</a>:<br />
A excelência deve ser um objetivo no horizonte, deve ser sempre buscada. E é disso que se trata esse estágio, melhorar todos os outros estágios.</p>
<p style="text-align: left;">1. Os 7 Passos da Melhoria Continua<br />
2. Medição de Serviço<br />
3. Relatórios de Serviço</p>
<p>É isso, um breve resumo do escopo da versão 3 da Itil. Espero que tenha sido esclarecedor.</p>
<p>Grande abraço e comentem.</p>
<p><a title="Alexsander Oliveira" href="http://www.mundoitil.com.br/alexsander-oliveira/" target="_blank">Alexsander Oliveira</a></p>
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		<title>Críticas e Elogios</title>
		<link>http://www.mundoitil.com.br/2010/09/15/criticas-e-elogios/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Sep 2010 18:29:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsander Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cumprimento de Requisição]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia do Serviço]]></category>
		<category><![CDATA[Nível de Serviço]]></category>
		<category><![CDATA[Operação de Serviço]]></category>

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		<description><![CDATA[Irei falar um pouco a respeito da abordagem de críticas e elogios, sobre os aspectos das boas práticas do ITIL. O processo responsável por essa atividade é o cumprimento de requisição, já o processo de gerenciamento de nível de serviço é responsável por gerencia-la. A literatura explica que essas as críticas e elogios devem ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mundoitil.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Criticas.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-487" title="Criticas" src="http://www.mundoitil.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Criticas.jpg" alt="" width="172" height="106" /></a>Irei falar um pouco a respeito da abordagem de críticas e elogios, sobre os aspectos das boas práticas do <strong>ITIL</strong>.</p>
<p>O processo responsável por essa atividade é o <strong>cumprimento de requisição</strong>, já o processo de <strong>gerenciamento de nível de serviço</strong> é responsável por gerencia-la. A literatura explica que essas as críticas e elogios devem ser registrados e as partes interessadas devem ser informadas.</p>
<p><span id="more-482"></span>Desse forma, o gerente que controla o <strong>nível de serviço</strong> deve ficar atento as esses aspectos para que fique claro não apenas com números, todos os feedbacks do <strong>cliente </strong>e <strong>usuário </strong>para o provedor de serviços sobre a qualidade dos mesmos e notificação de todos os envolvidos.</p>
<p>Além de ser uma boa prática, pode ser um motivacional, tanto para quando recebermos críticas quanto elogios.</p>
<p>Grande Abraço!</p>
<p><a href="http://www.mundoitil.com.br/alexsander-oliveira/">Alexsander Oliveira</a></p>
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		<title>Cloud Computer uma das opções para Continuidade dos Serviços de TI?</title>
		<link>http://www.mundoitil.com.br/2010/08/25/cloud-computer-uma-das-opcoes-para-continuidade-dos-servicos-de-ti/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 17:39:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsander Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Continuidade]]></category>
		<category><![CDATA[Desenho do Serviço]]></category>

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		<description><![CDATA[A ITIL sugere que o negócio tenha um plano de continuidade para que a organização tenha mecanismos de se recuperar ou pelo menos continue a operar com mínimo possível diante de grandes desastres, é dentro desse plano que esta a disciplina de Continuidade dos Serviços de TI. Seu objetivo é desenhar os aspetos relacionados aos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A ITIL sugere que o negócio tenha um <strong>plano de continuidade</strong> para que a organização tenha mecanismos de se recuperar ou pelo menos continue a operar com mínimo possível diante de grandes desastres, é dentro desse plano que esta a disciplina de <strong>Continuidade dos Serviços de TI</strong>.</p>
<p>Seu objetivo é desenhar os aspetos relacionados aos planos de continuidade e recuperação dos serviços e tem relacionamento direto os gerenciamentos de: <strong>Risco</strong>,<strong> Disponibilidade </strong>e <strong>Segurança</strong>.</p>
<p><span id="more-462"></span></p>
<p>Com ajuda da área de negócio deve ser definido o que é crucial para empresa (tal análise é conhecida como <strong>Análise de Impacto de Negócio</strong>) continuar operando caso ocorra um desastre. Entenda-se que desastres seriam situações onde a empresa pode simplesmente &#8220;morrer&#8221; se o risco do desastre for realmente efetivado e não houver tais planos de continuidade.</p>
<p>O assunto do momento é o<strong> Cloud Computer</strong> (Computação na Nuvem) que é basicamente usar recursos (serviços) computacionais fornecidos através da internet.</p>
<p>A Cloud pode ser uma opção para alguns aspectos da continuidade dos serviços de TI. Você pode, por exemplo, manter serviços como: Software, Infraestrutura, Armazenamento, Plataforma de Desenvolvimento na nuvem.  Ou até mesmo usar o conceito de nuvens híbridas, que seria unir o convencional com o Cloud Computer solicitando recursos na nuvem de acordo com a demanda.</p>
<p>Um bom exemplo de empresa que entrega serviços na nuvem é o Google com suas ferramentas de escritório online, Google Docs.</p>
<p>O fato é que ter tais serviços na nuvem pode facilitar ou melhorar cenários de grandes desastres, além de poder ajudar no gerenciamento da demanda. Muitos CIOs observam esse &#8220;novidade&#8221; com cautela, e com razão. Devido ao fato dessa tecnologia estar em processo de amadurecimento e ainda existem muitas dúvidas no ar referente principalmente a segurança desses serviços. Entretanto existem outros CIOs apostam nessa &#8220;revolução&#8221;, afinal é atráves disso empresas inovadoras e que saem na frente, assumem riscos.</p>
<p>Toquei no assunto de forma sucinta sobre a continuidade, mas existem outros aspectos interessantes do Cloud Computer correlacionados com a biblioteca de boas práticas. Para prover tais serviços é necessário um nível altíssimo em gerenciamento de serviços de TI, posso citar como cruciais por exemplo: gerenciamento de: risco, evento, disponibilidade, capacidade segurança e por ai vai.</p>
<p>É isso pessoal, um abraço e comentem.</p>
<p><strong><a href="http://www.mundoitil.com.br/alexsander-oliveira/" target="_blank">Alexsander Oliveira</a></strong></p>
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		<title>Demanda por Serviços</title>
		<link>http://www.mundoitil.com.br/2010/08/16/demanda-por-servicos/</link>
		<comments>http://www.mundoitil.com.br/2010/08/16/demanda-por-servicos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 19:23:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsander Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Demanda]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia do Serviço]]></category>

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		<description><![CDATA[É relativamente comum nos Service Desks, que não seguem boas práticas, situações de pêndulos, que seriam as oscilações com relação a presença ou ausência de demanda. Na verdade, isso pode acontecer até mesmo em Service Desks que usam boas práticas de serviços. Equacionar a questão da demanda não é uma tarefa fácil e tem relação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É relativamente comum nos <strong>Service Desks</strong>, que não seguem boas práticas, situações de pêndulos, que seriam as oscilações com relação a presença ou ausência de demanda. Na verdade, isso pode acontecer até mesmo em Service Desks que usam boas práticas de serviços. Equacionar a questão da demanda não é uma tarefa fácil e tem relação direta com o desafio conhecido como &#8220;alinhamento da TI com o negócio&#8221;, sim, essa famosa frase.</p>
<p>O processo <strong>Demand Management</strong> faz parte do livro <strong>Service Strategy</strong>. O objetivo é basicamente influenciar toda a demanda do cliente pelos serviços, se esse permitir.  Isto somente é possível se a estratégia da TI estiver alinhada a estratégia do negócio. O que muitas vezes não acontece.</p>
<p><span id="more-432"></span></p>
<p>Um exemplo clássico e típico &#8211; talvez mais no passado que nos dias atuais &#8211; são os preços das ligações durante o período diurno e noturno. Observa-se que a noite, na medida em que o tempo vai passando e as coisas vão se acalmando, os valores vão ficando mais baixos, principalmente no período da madrugada.  Você se lembra da época, em que, com apenas uma ligação a partir das 00:00 conectava na internet, usando aquela linha discada e pagava o preço de apenas uma chamada local? Então, isso eram as companhias telefônicas influenciando a sua demanda.</p>
<p><a href="http://www.mundoitil.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Demanda.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-435" title="Demanda" src="http://www.mundoitil.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Demanda.jpg" alt="" width="165" height="122" /></a>Ainda no exemplo anterior, os colaboradores da empresa telefônica que suportavam essa infraestrutura no período da madrugada, provavelmente tinham uma ociosidade maior muito maior que o pessoal que trabalhava durante o dia, cheios de atividades, muitas vezes desgastados e já perdendo qualidade no trabalho.  Percebam de um lado o excesso do outro o desperdício.</p>
<p>Se fosse uma fábrica de algum produto seria fácil, não é? Bastaria estocar os produtos durante a   produção noturna, eliminando a ociosidade (Obs: É preciso ter ociosidade, mas não em excesso &#8211; <a title="O Ócio Criativo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/O_%C3%93cio_Criativo" target="_blank">O Ócio Criativo</a>), resolvendo os problemas de demanda durante o dia : ). Entretanto, na TI, não é possível estocar serviços.</p>
<p style="text-align: left;">Para que isso tudo seja possível, o ITIL sugere que seja feito <strong>Business Activity Patterns</strong> (Padrões de Atividade de Negócio) e <strong>User Profiles </strong>(Perfis de Usuário), que é sumariamente conhecer as atividades referentes ao negócio e esse relacionamento com os perfis usuários.</p>
<p style="text-align: left;">Outra exemplo na prática sobre a influência na demanda que é comum pelas concessionárias de energia é incentivar ou penalizar, de acordo com o uso.  A partir de uma determinada faixa (Quanto maior o uso) de kWh o preço pela unidade de kWh fica mais caro.</p>
<p>É a partir do momento em que você começa a entender seu cliente e suas necessidades. Já é possível trabalhar junto com o negócio para influenciar a demanda. Nem sempre é necessário investir em infraestrutura, basta melhorar o uso. Se a TI e o negócio trabalharem juntos, vão conseguir encontrar a melhor solução (CustoXBenefício) para esse problemas.</p>
<p><strong><a href="http://www.mundoitil.com.br/alexsander-oliveira/" target="_blank">Alexsander Oliveira</a></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Importância da Origem de uma RFC</title>
		<link>http://www.mundoitil.com.br/2010/08/13/importancia-da-origem-de-uma-rfc/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 18:38:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Cuco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Incidentes]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças]]></category>
		<category><![CDATA[Operação de Serviço]]></category>
		<category><![CDATA[Problemas]]></category>
		<category><![CDATA[Transição do Serviço]]></category>

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		<description><![CDATA[O ciclo de transição de serviços abrange os processos de gestão de configuração, gestão de mudanças e gestão da liberação. Este  é o ciclo responsável por receber o serviço após seu desenho e passá-lo da melhor maneira possível para produção com o objetivo de garantir segurança, baixo custo e menor impacto possível no negócio. Atualmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ciclo de transição de serviços abrange os processos de gestão de configuração, gestão de mudanças e gestão da liberação. Este  é o ciclo responsável por receber o serviço após seu desenho e passá-lo da melhor maneira possível para produção com o objetivo de garantir segurança, baixo custo e menor impacto possível no negócio.</p>
<p>Atualmente quando o suporte se encontra num momento de alta demanda é extremamente complicado conciliar o fluxo de mudança o gestor de problemas hoje tem a  tarefa de mapear desde a abertura de um problema até o fechamento deste por meio da liberação da RFC (Request for Change).<span id="more-417"></span></p>
<p>É de suma importância mapear a origem desta RFC que pode ser:</p>
<ul>
<li>Incidente</li>
<li>Problema</li>
<li>Incidente gerado a partir de      monitoramento</li>
<li>Mudança externa (aumento de      preço, regras fiscais etc&#8230;)</li>
<li>Projeto (pacote de melhorias      fechado em determinado projeto)</li>
</ul>
<p>Garantir o conhecimento da origem da RFC também fecha o fluxo da mudança que vai desde a elaboração da RFC até o encerramento do registro da mudança.</p>
<p>A gestão de mudanças está intimamente ligada a vários outros processos, porém vamos nos ater aos processos de gestão de incidentes e problemas que são os processos mais críticos considerando um Service Desk em alta demanda conforme comentamos anteriormente.</p>
<p>Tomando a definição de problema que é ‘causa desconhecida de um ou mais incidentes’ para que o gestor de problemas possa fazer um gestão ideal de problemas a classificação de incidentes é primordial, pois é esta etapa da gestão de incidentes que irá definir a origem de uma possível RFC.</p>
<p>Hoje no suporte temos constantes envios de RFC, melhorias do cliente, melhorias externas, fornecedores enviam changes para nossa validação e envio de correções que não passaram por nosso Service Desk tornando-se um caos mapear qual verdadeira origem da RFC, é importante esta associação de uma mudança a um problema  para que nas reuniões possamos justificar ao nosso cliente que determinado problema teve sua incidência de chamados diminuída por um mudança ocorrida.</p>
<p>Através do ciclo PDCA (ver.: livro Melhoria de Serviço Continua)  temos uma ampla visão de quais problemas tem maior incidência e quais tiveram sua incidência reduzida, mas para o PDCA ser bem alimentado este precisa de informações exatas, uma forma de garantir isso é entendendo a importância deste processo desde a classificação do incidente até o fechamento do problema a partir do registro da RFC.</p>
<p>Mostrar o controle destes processos passa ao cliente uma sensação de organização e segurança de que está valendo a pena contratar o Service Desk para manter o serviço disponível.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Portfólio de Serviços</title>
		<link>http://www.mundoitil.com.br/2010/07/28/portfolio-de-servicos/</link>
		<comments>http://www.mundoitil.com.br/2010/07/28/portfolio-de-servicos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 17:45:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsander Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia do Serviço]]></category>
		<category><![CDATA[Portfólio]]></category>

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		<description><![CDATA[Service Portfolio é um item dentro da disciplina Management of Portfolio do Itil V3 e pertence ao estágio da Service Strategy, porém está ligada a todos os outros estágios (Design, Transition, Operation e Continual Improvement). O Service Portfolio possui informações sobre serviços já prestados, não mais usados e oferecidos para cliente. A relação com todos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Service Portfolio é um item dentro da disciplina Management of Portfolio do Itil V3 e pertence ao estágio da Service Strategy, porém está ligada a todos os outros estágios (Design, Transition, Operation e <a title="Continual Services Improvement" href="../2009/06/30/melhora-continuada-dos-servicos/" target="_blank">Continual Improvement</a>).</p>
<p>O <strong>Service Portfolio</strong> possui informações sobre serviços já prestados, não mais usados e oferecidos para cliente. A relação com todos os outros estágios é por que o portfólio gerencia o ciclo de vida do serviço.</p>
<p><span id="more-391"></span>Está dividido basicamente em três etapas: <strong>Service Pipeline, Service Catalog </strong>e<strong> Retired Services</strong>.</p>
<p><strong>Pipeline </strong>representa os serviços que são propostos ou que estão em desenvolvimento. Tem participação no Service Design e no Service Transition, necessariamente nessa ordem.</p>
<p><strong><a title="Service Catalog" href="http://www.mundoitil.com.br/2010/03/10/the-service-catalog/" target="_blank">Catalog</a></strong> são os serviços atualmente pelos usuários, isso deve estar documentado no catalogo de serviços. Tem envolvimento Service Transition e depois com o Service Operation, exatamente nessa ordem.</p>
<p><strong>Retired</strong> trata dos serviços já desativados que não são fazem parte do ambiente de produção.</p>
<p>Esse é apenas um resumo do que é um Service Portfolio, mas já da pra ter uma boa ideia de como esse item é tratado no Management of Portfolio e como o <strong>Service Strategy</strong> está ligada ligado aos demais processos, trazendo a tona, a questão da importância do alinhamento entre áreas, destacando genericamente: operacional, técnica e estratégica.</p>
<p>Abraço até a próxima, e comentem.</p>
<p><strong><a href="http://www.mundoitil.com.br/alexsander-oliveira/" target="_blank">Alexsander Oliveira</a></strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>The Service Catalog</title>
		<link>http://www.mundoitil.com.br/2010/03/10/the-service-catalog/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 17:46:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Aurélio Neuwiem</dc:creator>
				<category><![CDATA[Disponibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia do Serviço]]></category>
		<category><![CDATA[Portfólio]]></category>
		<category><![CDATA[Referências]]></category>

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		<description><![CDATA[A Van Haren Publishing tem em seu catálogo de produtos obras fantásticas e extremamente úteis. Algumas delas podem ser visualizadas parcialmente, em formato PDF, através do website da editora. A publicação que me refiro no título deste post pode ser encontrada diretamente no site da editora ou então neste link alternativo. Numa visão simplista, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Van Haren Publishing tem em seu catálogo de produtos obras fantásticas e extremamente úteis. Algumas delas podem ser visualizadas parcialmente, em formato PDF, <a href="http://www.vanharen.net/library.php?process=details&amp;lID=1578&amp;sorting=recent&amp;lib=0">através do website da editora</a>.</p>
<p>A publicação que me refiro no título deste post pode ser encontrada <a href="http://newschef.com/newschef/system/data/user_uploads/6/image/9789087535711_SMPL.pdf">diretamente no site da editora </a>ou então <a href="http://www.mundoitil.com.br/wp-content/uploads/2010/03/service-catalog.pdf">neste link alternativo</a>.</p>
<p><span id="more-378"></span></p>
<p>Numa visão simplista, o Catálogo de Serviços é um artefato que as organizações criam e disponibilizam para seus colaboradores, clientes e parceiros que demonstra &#8216;claramente&#8217; alguns atributos relacionados aos serviços, sendo os mais comuns:</p>
<ul>
<li>Uma descrição do que trata (qual função)  de determinado serviço</li>
<li>Acordos de Nível de Serviço relacionados</li>
<li>Privilégios de uso do serviço</li>
<li>Custos associados ao uso</li>
<li>Métodos de execução (requisição) de uso</li>
</ul>
<p>Essa lista de atributos acima mencionada <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Service_Catalog">pode ser encontrada aqui</a>, e pode ser complementada com mais algumas especificações:</p>
<ol>
<li>Classificação ITIL</li>
<li>Atividades relacionadas à operação</li>
<li>Frequência de execução</li>
<li>Indicadores explícitos de controle</li>
<li>Matriz de Responsabilidade</li>
</ol>
<p>Para ficar mais claro, acompanhando o Ciclo de Vida do Serviço, temos a seguinte visão:</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-381" title="serviceportfoliobigpic-cc-bync25-web" src="http://www.mundoitil.com.br/wp-content/uploads/2010/03/serviceportfoliobigpic-cc-bync25-web.png" alt="serviceportfoliobigpic-cc-bync25-web" width="461" height="465" /></p>
<p>Voltando à publicação, já no prefácio, escrito por <strong><a href="http://www.servicemanagement101.info/index.php?option=com_content&amp;view=category&amp;id=42&amp;Itemid=60">Brian Johnson</a></strong>, é possível ter uma noção importante do impacto, para qualquer organização, de construir e manter um catálogo de serviços adequado.</p>
<p>Ainda no que tange a definição, é importante manter um conjunto de recursos que permitam entender se o catálogo de serviços:</p>
<ol>
<li>É válido?</li>
<li>Está atualizado?</li>
<li>Tem escalabilidade?</li>
<li>Mantem-se relevante ao negócio?</li>
<li>Proporciona benefícios aos usuários?</li>
<li>Adapta-se as mudanças nas visões de: usuários e negócios?</li>
<li>Tem o tamanho adequado aos seus propósitos e uso?</li>
<li>Proporciona valor aos negócios e clientes?</li>
<li>Facilita a execução das operações da organização num custo acessível?</li>
<li>Vale quanto se paga? Tem <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Retorno_sobre_investimento">ROI </a>e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Value_investing">VOI</a>?</li>
</ol>
<p>Uma referência interessante para a representação de um catálogo de serviços pode ser vista na página 17:</p>
<p><a href="http://www.mundoitil.com.br/wp-content/uploads/2010/03/service-catalog-table.png"><img class="alignnone size-full wp-image-382" title="service-catalog-table" src="http://www.mundoitil.com.br/wp-content/uploads/2010/03/service-catalog-table.png" alt="service-catalog-table" width="472" height="111" /></a></p>
<p>Como benefícios do uso adequado do Catálogo de Serviços, os principais benefícios são:</p>
<ol>
<li>Promover a TI como fornecedor de serviços em detrimento ao &#8216;departamento de tecnologia&#8217;</li>
<li>Reduz o custo operacional</li>
<li>Incremento da produtividade dos processos</li>
<li>Propicia um entendimento claro das necessidades do negócio</li>
<li>Permite aos usuários que se escolha o serviço adequado as suas necessidades</li>
<li>Aumenta a satsifação dos usuários</li>
</ol>
<p>Entre outros benefícios de relevância.</p>
<p>Bem, fica a dica de leitura.</p>
<p>Até a próxima, <a href="http://www.mundoitil.com.br/marco-aurelio-neuwiem/">Marco Aurélio</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>WordPress.com cai e deixa 10,2 milhões de blogs fora ar</title>
		<link>http://www.mundoitil.com.br/2010/02/19/wordpress-com-cai-e-deixa-102-milhoes-de-blogs-fora-ar/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 17:13:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexsander Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Continuidade]]></category>
		<category><![CDATA[Disponibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Incidentes]]></category>
		<category><![CDATA[Liberação]]></category>
		<category><![CDATA[Melhoria de Serviço Continuada]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças]]></category>
		<category><![CDATA[Operação de Serviço]]></category>
		<category><![CDATA[Problemas]]></category>
		<category><![CDATA[Transição do Serviço]]></category>

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		<description><![CDATA[O WordPress.com que oferece um serviço gratuito de hospedagem teve uma pane e saiu do ar por algumas horas no dia 18/02, e deixando 10,2 milhões de blog fora ar. Mas o que isso tem haver com Itil? &#8230; Tudo! Aproveitei a notícia apenas para ilustar alguns aspectos desse fato no mundo do Itil, tentando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">O <strong><em>WordPress.com</em></strong> que oferece um serviço gratuito de hospedagem teve uma pane e saiu do ar por algumas horas no dia 18/02, e deixando 10,2 milhões de blog fora ar. Mas o que isso tem haver com Itil? &#8230;  Tudo!</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Aproveitei a notícia apenas para ilustar alguns aspectos desse fato no mundo do Itil, tentando evidenciar na prática alguns processos dessa biblioteca de boas práticas.<span id="more-365"></span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">O primeiro e mais evidente deles, o serviço saiu do ar, o que caracteriza um <strong>incidente</strong>, e que precisar ser resolvido no tempo mais rápido possível. Dessa forma foi contornado (<strong>work around</strong>) através de uma identificação superficial de onde estava o <strong>problema</strong>. A prioridade era restabelecer o serviço, colocando as páginas no ar novamente. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Após isso a WordPress afirma que irá investigar a fundo a <strong>causa do incidente</strong>, ou seja <strong>gerencia de problemas</strong> irá entrar em ação para identificar a <strong>causa raiz</strong> do problema ocasionou a parada no serviço.</span><span lang="PT-BR"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Um terceiro aspecto é uma <strong>mudança não prevista </strong></span><span lang="PT-BR">em um roteador importante no DataCenter parceiro</span><span lang="PT-BR"><strong>, </strong>quem ou qual processo fez a <strong>liberação </strong>dessa mudança no ambiente de produção? O serviço ficou fora por 110 minutos (<strong>dowtime</strong>). A partir dai já se pode pensar também em <strong>nível de serviço</strong>, e é bem provavel que existia um <strong>acordo de nível de serviço</strong>, para estipular o tempo para restabelecer um serviço em caso de incidente com prioridade crítica.</span><span lang="PT-BR"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"> Existem mecanismos de de redundância, mas na hora &#8220;H&#8221; não funcionaram (<strong>disponibilidade </strong>e <strong>continuidade</strong>), talvez por falta de testes adequados, enfim.<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"> A idéia não é encontrar o culpado, e sim identificar as lacunas em cada processo e aperfeiçoa-lo, é um ciclo constante por melhoras. Provavelmente além desses existem outros aspectos que possam ser abordados, caso alguém enxergue algum outro, por favor, comentem.<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal">Um abraço!</p>
<p class="MsoNormal"><strong><a href="http://www.mundoitil.com.br/alexsander-oliveira/" target="_blank">Alexsander Oliveira</a></strong></p>
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<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">WordPress.com cai e deixa 10,2 milhões de blog fora ar.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">O WordPress.com que oferece um serviço gratuito de hospedagem teve uma pane e saiu do ar por algumas horas no dia 18/02, e deixando 10,2 milhões de blog fora ar. Mas o que isso tem haver com Itil? &#8230; rs <span> </span>&#8230; Tudo!</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Aproveitei a notícia apenas para elucitar alguns aspectos desse fato no mundo do Itil, tentando mostrar na prática alguns processos dessa biblioteca de boas práticas.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">O primeiro e mais evidente deles, o serviço saiu do ar, o que caracteriza um incidente. Esse precisa que precisar ser resolvido no tempo mais rápido possível. Dessa forma foi contornado (work around) através de uma identificação superficial de onde estava o</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">problema. A prioridade era restabelecer o serviço, deixando as páginas no ar novamente.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Após isso a WordPress afirma que irá investigar a fundo a causa do incidente, ou seja gerencia de problemas irá entrar em ação para investigar a fundo quais foram </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">realmente as causas da parada no serviço. Um terceiro aspecto é uma mudança não prevista em um roteador importante no datacenter parceiro. O serviço ficou fora por 110 minutos. A partir dai já se pode pensar também em nível de serviço. E é bem provavel que existia um acordo de nível de serviço, para estipular o tempo para restabelecer um serviço em caso de incidente com prioridade crítica. Os mecanismos de redundancia não funcionaram (disponibilidade e continuidade). </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">E provavelmente além desses existem outros aspectos que possam ser abordados, caso alguém enxergue algum outro, por favor, comentem.</span></p>
<p></mce></div>
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		<title>Cursos On-Line para Certificação</title>
		<link>http://www.mundoitil.com.br/2010/01/14/cursos-on-line-para-certificacao/</link>
		<comments>http://www.mundoitil.com.br/2010/01/14/cursos-on-line-para-certificacao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 13:42:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Carlos Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[TIEXAMES &#8211; Cursos online para certificações ITIL, COBIT, ISO 20000, ISO 27001, SOX, BSC, BPM, Gestão de Projetos. Site: www.tiexames.com.br]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>TIEXAMES &#8211; Cursos online para certificações ITIL, COBIT, ISO 20000, ISO 27001, SOX, BSC, BPM, Gestão de Projetos.</p>
<p>Site: <a href="http://www.tiexames.com.br">www.tiexames.com.br</a></p>
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